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UFS e MPF definem criação de comissões para fiscalizar cotas raciais

Divulgação/UFS

A Universidade Federal de Sergipe vai criar pelo menos três comissões responsáveis pela fiscalização das cotas étnico-raciais. A medida foi definida em um acordo da instituição com o Ministério Público Federal. Também, foi definido um cronograma e diversos parâmetros para a apuração de possíveis fraudes em cotas para ingresso na instituição de pessoas pretas, pardas e indígenas. Desde junho, a UFS recebeu denúncias de casos suspeitos de fraude. Em entrevista ao CBN Aracaju, a procuradora da República Martha Dias de Figueiredo e a ativista Gilman Campos, integrante do Instituto Braços e voluntária para participar das comissões de heteroidentificação, explicam como elas vão funcionar e defendem que elas são necessárias para garantir a lisura da política de ações afirmativas.

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